Ciência e Saúde
País contabilizou 10.722.221 casos e 259.402 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta. Brasil volta a bater recorde de mortes por Covid: 1.840 em 24 horas O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (3). O país registrou 1.840 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas - novamente um recorde desde o início da pandemia - chegando ao total de 259.402 óbitos desde seu começo. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.332. A variação foi de 29% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença. Já são 42 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 7 dias acima de 1,1 mil, e pelo quarto dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram cinco recordes seguidos de sábado até aqui. Veja a sequência da última semana na média móvel: Quinta-feira (25): 1.150 (recorde) Sexta-feira (26): 1.148 Sábado (27): 1.180 (recorde) Domingo (28): 1.208 (recorde) Segunda-feira (1º): 1.223 (recorde) Terça-feira (2): 1.274 (recorde) Quarta-feira (3): 1.332 (recorde) Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.722.221 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 74.376 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 56.602 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 27% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos. Dezesseis estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, SP, DF, MS, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE. Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados Veja como está a vacinação no seu estado Brasil, 3 de março Total de mortes: 259.402 Registro de mortes em 24 horas: 1.840 Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.332 (variação em 14 dias: +29%) Total de casos confirmados: 10.722.221 Registro de casos confirmados em 24 horas: 74.376 Média de novos casos nos últimos 7 dias: 56.602 por dia (variação em 14 dias: +27%) Estados Subindo (16 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, SP, DF, MS, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE Em estabilidade (8 estados): ES, MG, RJ, GO, MT, RO, RR e PE Em queda (2 estados): AM e AP Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Vacinação Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quarta-feira (3) aponta que 7.351.265 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,47% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 2.303.850 pessoas (1,09% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 9.655.115 doses foram aplicadas em todo o país. Variação de mortes por estados Estados com a média de mortes em alta Arte G1 Estados com a média de mortes em estabilidade Arte G1 Estados com a média de mortes em queda Arte G1 Sul PR: +65% RS: +120% SC: +160% Sudeste ES: -4% MG: +6% RJ: +5% SP: +24% Centro-Oeste DF: +60% GO: -3% MS: +45% MT: +9% Norte AC: +34% AM: -33% AP: -44% PA: +35% RO: -7% RR: -9% TO: +165% Nordeste AL: +17% BA: +66% CE: +112% MA: +103% PB: +56% PE: -14% PI: +71% RN: +98% SE: +32% Brasil Sul Sudeste Centro-Oeste Norte Nordeste Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). Veja vídeos de novidades sobre vacinas contra a Covid-19:
Anthony Fauci disse que vacinação é a melhor estratégia possível contra nova variante brasileira, detectada inicialmente em Manaus, mas já registrada em pacientes dos Estados Unidos. Anthony Fauci, infectologista chefe da Casa Branca, usa máscara durante entrevista coletiva em fevereiro Jonathan Ernst/Reuters O infectologista americano Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA e um dos principais integrantes da força-tarefa criada pela Casa Branca contra a Covid-19, disse nesta quarta-feira (3) que a situação do Brasil é "muito difícil" e a que a vacinação em massa é a saída contra as novas variantes do coronavírus, como a P.1., detectada inicialmente em Manaus e em disseminação em outros países, incluindo os Estados Unidos. "É realmente uma situação muito difícil em que se encontra o Brasil. É muito difícil porque mesmo com a infecção do vírus original que estava circulando, na verdade, após a recuperação deste vírus, não há proteção contra a reinfecção da variante em circulação no Brasil. A melhor coisa a ser feita é vacinar o maior número de pessoas e o mais rápido o possível", disse Fauci. Variante brasileira do coronavírus é mais transmissível, capaz de driblar sistema imune e causar reinfecção, aponta pesquisa VACINAS E VARIANTES: entenda como o perfil das vacinas influencia a eficácia contra as mutações Brasil tem curva de mortes mais acelerada entre países com mais óbitos por Covid-19 Governo americano apresenta plano para combater variantes do coronavírus O infectologista americano disse que conversou com o cientista David Ho, virologista em Nova York, e que ele explicou que mesmo que as novas variantes apresentem uma resistência diferente às vacinas, como uma redução na produção de anticorpos, os imunizantes ainda gerariam uma resposta suficiente após duas doses. "É provável que a produção [de anticorpos] que você obtém com as duas doses de uma vacina de mRNA seja capaz de proteger de forma bem razoável contra isso [novas variantes]". Fauci disse nesta semana ao jornal "The Washington Post" que os Estados Unidos devem focar em aplicar duas doses das vacinas contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech e da Moderna. Segundo ele, adiar uma segunda dose para proteger mais norte-americanos criaria novos riscos, como permitir que variantes se disseminem. "Estamos dizendo às pessoas que (duas doses) é o que deveriam fazer... e depois dizemos 'opa, mudamos de ideia?'", disse Fauci. "Acho que isso seria um ruído na comunicação, para dizer o mínimo." Ele acrescentou que conversou nesta segunda-feira (1°) com autoridades de saúde do Reino Unido, que optaram por adiar as segundas doses por priorizarem dar às pessoas mais doses mais rapidamente. No entanto, Fauci disse que a estratégia não faria sentido nos EUA. "Não se sabe o quão durável esta proteção é", explicou. Situação no Brasil De acordo com levantamento do consórcio de veículos de imprensa, o Brasil registrou 1.726 mortes pela Covid-19 nesta terça-feira (2), recorde desde o início da pandemia. Com isso, o país chegou ao total de 257.562 óbitos desde o começo da pandemia. A média móvel de mortes no Brasil nos últimos sete dias até terça chegou a 1.274, aumento de 23% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença. Nos últimos dias, estados anunciaram novas medidas de restrição para tentar conter o avanço da doença e o risco de colapso no sistema de saúde. Em boa parte deles, a ocupação de leitos de UTI por pacientes graves de Covid-19 está próxima de 100%. Vídeos: novidades sobre vacinas contra a Covid-19
País registrou maior número de óbitos por dia na terça-feira (2) e segue na contramão de nações como Estados Unidos, México, Índia e Reino Unido. País segue na contramão de nações como Estados Unidos, México, Índia e Reino Unido; Brasil registrou maior número de óbitos por dia na terça-feira (2 de março) Mayo Clinic Em meio ao que especialistas consideram o pior momento da pandemia do novo coronavírus no país, o Brasil tem a curva de mortes mais acelerada entre as nações com mais óbitos por Covid-19 no mundo. Segundo dados da plataforma "Our World in Data", da Universidade de Oxford (Reino Unido), a média móvel de mortes de sete dias do Brasil vem acelerando desde 21 de fevereiro, quando atingiu 4,88 óbitos por 1 milhão de pessoas. Nesta terça-feira (2), a taxa foi de 5,94 óbitos por 1 milhão de pessoas, alta de 21,6%. O país segue, assim, na contramão dos países com mais mortos por Covid-19, como Estados Unidos, México, Índia e Reino Unido. Todos apresentam curva de mortos descendente no mesmo período — e também nos últimos dias. Veja o gráfico. Curva de mortes do Brasil vem acelerando na comparação com a de outros países com mais óbitos (linha cinza escura) Our World in Data/Reprodução Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais óbitos por coronavírus (257,4 mil), atrás dos Estados Unidos (516,7 mil). México (187,2 mil), Índia (157,4 mil) e Reino Unido (123,5 mil) completam a lista, segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA). O país atingiu a marca de 250 mil mortes na semana passada. Nesta terça-feira (2), quebrou mais dois recordes: registrou o maior número de óbitos por dia de toda a pandemia e a maior média móvel de mortes, segundo o consórcio de veículos de imprensa, com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde. Foram 1.726 mortes nas últimas 24 horas, acima, portanto, do recorde anterior de 1.582 óbitos em um dia, na última quinta-feira (25). Esse número é superior ao que outros 112 países registraram em toda a pandemia. Um mês da vacinação contra Covid-19 no Brasil E pelo quarto dia consecutivo, o Brasil registrou a maior média móvel de mortes desde o início da pandemia: 1.274. Em vários municípios brasileiros, leitos de enfermaria e UTI estão lotados de pacientes com Covid-19. Não há mais vagas e os doentes não param de chegar. De acordo com dados das secretarias estaduais de saúde, 17 Estados têm ocupação em hospitais acima de 80%, um nível considerado crítico. Outros oitos Estados têm taxas que superam os 90% — no Rio Grande do Sul, por exemplo, o número chegou a 100%. Mortes diárias confirmadas por Covid-19 BBC Mortes por coronavírus no Brasil perto de 260 mil BBC 'Estratégia genocida' Especialistas consideram que o Brasil vive atualmente o pior momento da pandemia e que ela deve se agravar nas próximas semanas. Em entrevista recente à BBC News Brasil, o biólogo e divulgador científico Atila Iamarino afirmou que o país adotou uma "estratégia genocida" ao apostar na chamada imunidade de rebanho para combater a Covid-19, o que possibilitou o surgimento de uma nova variante mais perigosa e que vem causando mais mortes. Iamarino defendeu a adoção de um confinamento mais rígido e a aceleração da vacinação. Ele criticou ainda o governo federal, que acusa de ter "sabotado" Estados e municípios. E vaticinou que uma catástrofe pode estar prestes a acontecer se o que vimos em Manaus se repetir no restante do Brasil. "Sabemos que há um componente sazonal no novo coronavírus, com mais casos no inverno do que no verão. Portanto, o Brasil está muito adiantado no aumento de casos — isso só deveria estar acontecendo daqui a alguns meses. Mas por que os casos estão subindo tão cedo e tão rápido?", disse. "A resposta se deve a uma combinação de fatores. De um lado, houve um movimento de abertura no fim do ano passado, com mais pessoas circulando sem restrições. De outro — e que considero o principal fator — temos a variante P.1, inicialmente observada em Manaus." "Nesse sentido, a nossa variante é fruto direto da estratégia genocida do Brasil de contar com as pessoas circulando livremente e construindo imunidade. Não é por acaso que surgiu aqui uma das variantes mais perigosas, demonstradamente perigosa", acrescentou. Para a pneumologista Margareth Dalcolmo, professora e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), no Rio de Janeiro, "estamos num momento muito grave da pandemia no Brasil, com um recrudescimento já materializado daquilo que consideramos uma segunda onda". "Isso não nos surpreende, uma vez que as medidas de controle sanitário não foram só controversas, mas também ineficientes por um longo tempo. Nós sabemos também que a única solução possível para controlar a pandemia será a vacinação, e a campanha está apenas no início, numa velocidade muito aquém do desejável", disse ela à BBC News Brasil. "Para completar, não temos observado um comportamento de solidariedade, não só de todos os cidadãos, mas também de nossas autoridades políticas. Não vemos aumentar uma consciência cívica do que é preciso fazer neste momento, apesar do cansaço de um ano de pandemia". "Seria necessário todos nós mantermos comportamentos individuais e coletivos de muito cuidado, com uso de máscara e distanciamento social. Já manifestei de que precisamos de medidas mais drásticas, com o fechamento de muitos serviços, para diminuir a circulação de pessoas e reduzir a transmissão viral", acrescentou. Vídeo: novidades sobre vacinas contra a Covid-19
Contrato é de R$ 639,96 milhões; entrega será escalonada até maio, segundo Ministério da Saúde. Vacina ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Que vacina é essa? Sputnik V O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (3), que prevê a chegada de 400 mil doses da vacina Sputnik V, desenvolvida pela Rússia contra a Covid-19, ainda em março. O Brasil deverá receber ao todo, até maio, 10 milhões de doses da vacina, segundo a pasta. A vacina ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). EFICÁCIA: Vacina Covaxin é 80,6% eficaz contra a Covid-19, mostram dados preliminares SEM PEDIDO: Anvisa diz que Bharat Biotech não solicitou qualquer autorização da Covaxin no Brasil TRAGÉDIA: Brasil apostou em estratégia 'genocida' para combater a Covid, diz Atila Iamarino Segundo a pasta, a negociação está "em processo das tratativas finais" para a compra da vacina. O contrato é de R$ 639,6 milhões. A previsão anunciada nesta quarta é uma mudança em relação ao cronograma anterior, que previa as primeiras doses para abril e a entrega final até junho. O ministério afirmou, entretanto, que a nova data ainda pode sofrer mudanças. Veja a nova previsão de chegada: Março: 400 mil (importadas da Rússia) Abril: 2 milhões (importadas da Rússia) Maio: 7,6 milhões (importadas da Rússia) Segundo o governo, há expectativa para produção local com a transferência de tecnologia da vacina para a farmacêutica brasileira União Química. As estimativas apontam para 8 milhões de doses da Sputnik V produzidas no Brasil por mês. A vacina desenvolvida na Rússia é aplicada em duas doses. No mês passado, resultados publicados na revista científica 'The Lancet' apontaram que a Sputnik V teve eficácia de 91,6%. Isso significa que, nos testes de fase 3, ela conseguiu reduzir em 91,6% os casos de Covid-19 no grupo vacinado em relação ao grupo não vacinado. Novas doses da CoronaVac Que vacina é essa? Coronavac O Brasil recebeu, nesta quarta-feira (3), mais 2,5 milhões de doses da CoronaVac. Segundo o Ministério da Saúde, o novo lote é destinado a "vacinar o restante dos trabalhadores da saúde, indígenas do estado do Amazonas e pessoas de 80 a 84 anos". Há duas semanas, o G1 mostrou que 71% dos indígenas aldeados da Amazônia ainda não haviam sido vacinados, apesar de fazerem parte dos grupos prioritários. De acordo com o Ministério da Saúde, a nova remessa corresponde à entrega de duas doses. Sendo assim, os estados e municípios precisam reservar a segunda dose da CoronaVac para garantir que ela seja aplicada de 2 a 4 semanas depois da primeira. Até agora, o Brasil vacinou 7,1 milhões de pessoas. O número corresponde a cerca de 9,2% da população prioritária e 3,4% da população total do país. Veja VÍDEOS da vacinação no Brasil:
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