Ciência e Saúde
Até quinta-feira (21), o Brasil tinha vacinado 45,8 milhões de pessoas. Meta inicial era imunizar 54,4 milhões, entre idosos, crianças e gestantes. Campanha de vacinação contra gripe termina nesta sexta-feira (22) m TV Anhanguera/Reprodução A campanha de vacinação contra a gripe, feita todos os anos um pouco antes do inverno, termina nesta sexta-feira (22) após duas prorrogações do Ministério da Saúde para que a meta inicial de 54,4 milhões de vacinados fosse atingida. Até quinta-feira (21), a pasta informou que 84% do público-alvo havia se vacinado. A campanha de vacinação começou no dia 23 de abril e o primeiro prazo assinalava para o término no dia 1º de junho. O público que mais se vacinou contra a gripe é o de professores, com 98%, seguido pelas mulheres com parto recente (96,2%), idosos (91%) e indígenas (90,5%). Entre os trabalhadores de saúde, a cobertura de vacinação está em 88,6%. Crianças tiveram a menor cobertura vacinal (66,7%), seguido das gestantes (71%). Quem tem indicação para a vacina gratuita: Professores da rede pública e privada; Profissionais de saúde; Crianças entre 6 meses e cinco anos (estão com a menor cobertura); Gestantes; Mulheres com parto recente (com até 45 dias); Idosos a partir de 60 anos; Povos índigenas; Portadores de doenças crônicas; População privada de liberdade (inclui funcionários do sistema prisional e menores infratores). Em relação às regiões, o Sudeste apresentou o menor índice de vacinados, com 77,2% de vacinados, informa o Ministério da Saúde. Confira a distribuição da cobertura vacinal por região. Entre os estados, Goiás, Amapá, Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Tocantins, Maranhão, Paraíba, e Alagoas possuem cobertura vacinal contra a gripe acima de 90%. Já os estados com as taxas mais baixas de vacinação contra a gripe são Roraima, com 60,4% e Rio de Janeiro, com 62,4%.
Sonda japonesa Hayabusa 2 está cada vez mais próxima do asteroide Ryugu JAXA, University of Tokyo, Koichi University, Rikkyo University, Nagoya University, Chiba Institute of Technology, Meiji University, University of Aizu e AIST Enquanto a gente está com as atenções voltadas para a Copa do Mundo, uns torcendo contra outros a favor, a sonda japonesa Hayabusa 2 vai discretamente se aproximando do seu alvo no espaço. Em apenas dois dias, a sonda se aproximou a 100 km de distância de Ryugu, um pequeno asteroide com forma de diamante que tem um diâmetro de quase 1 km. O asteroide foi descoberto em 1999 e é classificado como potencialmente perigoso, pois ele chega a cruzar a órbita da Terra. Todavia, as simulações mostram que não há nenhuma possibilidade de haver uma colisão com ele nos próximos milênios. A sonda Hayabusa 2 (que significa falcão peregrino em japonês) tem uma missão ambiciosa, pousar na superfície de Ryugu, coletar uma amostra e retornar à Terra. Sua antecessora tinha uma missão assim também, em 2005 ela deveria se aproximar do asteroide Itokawa e, sem pousar nele, recolher amostras do solo para depois retornar à Terra. Só que um erro na telemetria fez com que a leitura da distância até o asteroide fosse feita de forma incorreta e a nave acabou se chocando com ele. Foi um choque leve, que não inutilizou a sonda, mas impediu que ela coletasse as amostras pretendidas. Mas como a sorte acompanha os craques, o choque com o asteroide fez com que um pouco da poeira da sua superfície caísse dentro do compartimento de coleta. Depois de passar uns 30 minutos na superfície, a Hayabusa decolou e completou sua missão de voltar para a Terra. Em junho de 2010 seu compartimento de carga caiu na Austrália e análises posteriores confirmaram que alguns grãos de poeira tinham sido trazidos. A missão da Hayabusa 2 é bem mais ousada. Ela vai pousar sobre o asteroide, mas também vai liberar 3 jipinhos para passear na superfície. Ao pousar, também deve deixar um pacote com 4 instrumentos para permanecer como base fixa de estudos. O interessante é que depois que o time da Hayabusa encontrar o local adequado para pouso, ela vai liberar 5 marcadores de terreno para orientar o pouso. Os marcadores são como sacos de feijão, ou seja, não são rígidos a ponto de rolar, mas sim maleáveis para se deformarem conforme o terreno. A sonda também vai com uma capa cônica de cobre puro com massa de 2 kg. Ao chegar próximo do asteroide, a capa vai ser ejetada a uma velocidade de 120 km/h para se chocar com ele. Com isso o time da Hayabusa pretende estudar como a superfície se alterou com o impacto, mas também pretende coletar a poeira que se levantar do subsolo e que não foi irradiada pelos raios solares e raios cósmicos do espaço. Além disso, os equipamentos em no asteroide vão registrar os tremores criados pelo choque, como se faz com os terremotos, para conhecer sua estrutura interna. Atualmente a Hayabusa está a uma distância de menos de 100 km e se tudo correr bem deve fazer seu primeiro pouso entre setembro e outubro próximos, quando deve liberar um dos jipinhos. Em fevereiro de 2019 deve efetuar um segundo pouso, para em março ejetar a capa de cobre para criar uma cratera em Ryugu. Entre abril e maio a sonda deve pousar pela terceira e última vez para liberar os outros dois jipinhos, ficando até julho em sua superfície. Depois disso, a nave deve começar seu caminho para casa no final de 2019. É hora de ficar ligado para acompanhar essas manobras todas. Se tudo der certo vai ser muito legal! Além do que, Ryugu é um dos asteroides selecionados para potencial atividade de mineração. Ele chegou a ser avaliado em quase 83 bilhões de dólares, ou seja, sua exploração pode render esse valor se ele for inteiramente minerado.
Esforço global de cientistas encontrou forte sobreposição genética entre condições como depressão e déficit de atenção. Achados estão na 'Science' desta quinta-feira (21). Estudo mostra que, pelo menos no nível genético, há muita similaridade entre as condições psiquiátricas NeuPaddy/Pixabay/CC0 Creative Commons Estudo publicado na revista "Science" nesta quinta-feira (21) mostra que transtornos mentais diferentes, como depressão e déficit de atenção, dividem o mesmo grupo de genes, e por isso, podem ter a mesma causa genética. O estudo faz parte do projeto BrainStorm Consortium, iniciativa de cientistas norte-americanos que tenta medir o peso que a genética tem em distúrbios psiquiátricos. A pesquisa envolveu pesquisadores dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Austrália e da Ásia e teve a coordenação de Ben Neale, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O primeiro autor foi Verneri Anttila, que faz o pós-doutorado no MIT. "Este foi um esforço sem precedentes no compartilhamento de dados, de centenas de pesquisadores em todo o mundo, para melhorar nossa compreensão do cérebro" -- Verneri Anttila (MIT). Para chegar a essas conclusões, cientistas mediram a sobreposição de fatores de risco genéticos de 25 distúrbios psiquiátricos e neurológicos. Foram analisados dados de 215.683 pacientes e de 657.164 pessoas saudáveis (grupo-controle). Também pesquisadores consideraram o quadro clínico e características de quase 1,2 milhões de indivíduos. Além das similaridades genéticas, a comparação entre os grupos e o mapeamento de genes traz dois desdobramentos importantes: A pesquisa reforça que pessoas com pais com distúrbios psiquiátricos têm mais chance de desenvolver condições similares; Distúrbios psiquiátricos diferentes estão relacionados a um mesmo conjunto de genes, mesmo que os sintomas se apresentem de formas diferentes. Autores ressaltam que a descoberta mostra a necessidade do reconhecimento das similaridades entre as condições para que novas estratégias de tratamento sejam desenvolvidas. Sobreposição genética entre diferentes doenças Os resultados do estudo apontam que a sobreposição genética foi mais forte entre Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), transtorno bipolar, depressões mais graves e esquizofrenia. Os dados também indicaram forte sobreposição genética entre anorexia nervosa e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), bem como entre TOC e síndrome de Tourette. Entre os distúrbios neurológicos, houve fraca sobreposição de genes. Dados do estudo mostram que a doença de Parkinson, a doença de Alzheimer, a epilepsia e a esclerose múltipla, mostraram pouca ou nenhuma correlação genética entre si e com outros distúrbios cerebrais. Cientistas dizem ser necessário uma maior quantidade de dados para analisar ainda qual o impacto da similaridade genética entre as diferentes condições. Eles acreditam, no entanto, que a sobreposição de genes agora apresentada exerce uma forte pressão sobre as fronteiras clínicas estabelecidas entre os distúrbios mentais. "O alto grau de correlação genética entre muitos dos distúrbios psiquiátricos acrescenta mais evidências de que os atuais limites clínicos não refletem diferentes processos patogênicos, pelo menos no nível genético", escreveram.
Vacinação de crianças menores de um ano teve seu menor índice de cobertura em 16 anos. Por causa da baixa adesão, vacinação contra a gripe foi prorrogada em vários estados Cristine Rochol/PMPA Os baixos índices de imunização de crianças no Brasil acenderam o alerta em especialistas. Mas afinal, quais os motivos por trás da decisão de pais que não vacinaram os filhos? Para Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, um dos motivos que explicam o menor índice em 16 anos de cobertura de vacinação em crianças menores de um ano é o fato de que as vacinas estão culturalmente vinculadas à percepção de risco da doença. Quando se trata de doenças erradicadas, a população tem mais dificuldade de enxergar seus perigos. Teoria de que vacinas deixam crianças expostas a todo tipo de infecção é infundada, diz estudo Bem Estar tira dúvidas sobre a vacina da gripe Imunização falha e onda antivacina explicam aumento de 400% de sarampo na Europa, diz OMS "As vacinas acabam sendo 'vítimas de seu próprio sucesso'. A cultura do ser humano é de se vacinar quando há um risco iminente, quando ele não enxerga esse risco, não trata com prioridade, o que é um equívoco" Kfouri cita como exemplo os dados de cobertura da vacina contra a gripe, em 2016, que em três semanas atingiu a meta de 80% de cobertura, quando houve um surto da doença. “Hoje isso não seria possível nem em três meses.” Para a pediatra Ana Escobar, consultora do programa "Bem Estar", muitos pais mais jovens ficaram muito longe da realidade de ter uma criança com poliomelite ou sarampo, por exemplo. "Não conhecem e nem nunca viram crianças com estas doenças. Por isso, não há um estímulo vigoroso para que compareçam aos postos de saúde com a frequência necessária para vacinar seus filhos. Há pouca informação na mídia sobre a gravidade destas doenças, que de fato diminuíram sensivelmente sua incidência", analisa. Na campanha de vacinação contra a gripe de 2018, as crianças de seis meses a cinco anos e as gestantes registram o menor índice de vacinação contra a gripe. A três dias do fim da campanha, apenas 65,92% das crianças tinham sido vacinadas. Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, nos últimos dois anos a meta de ter 95% da população-alvo com menos de um ano vacinada não foi alcançada. Dentre as vacinas do calendário infantil, apenas a BCG teve índices satisfatórios em 2016 e 2017. A vacina Tetra Viral, que previne o sarampo, caxumba, rubeóla e varicela, apresenta o menor índice de cobertura: 70,69% em 2017. Seguido da vacina de Rotavírus Humano que ficou 20% abaixo da meta. Mas por que os pais deixam de vacinar os filhos? Para Kfouri um impeditivo para a vacinação é o fato de muitas vezes a população e até os profissionais da área da saúde não conhecem a doença para qual precisam se imunizar e consequentemente não entendem seus riscos. "Doenças como rubéola, sarampo e poliomelite foram erradicadas, e não são mais vistas, dificultando que as pessoas enxerguem o risco. Muitas vezes até profissionais da área de saúde deixam de fazer recomendações mais enfáticas [sobre a importância de se imunizar] também por esta falta de percepção." Há outros motivos para que as pessoas deixem de se vacinar? Além da percepção do risco da doença, fatores como o horário de funcionamento dos postos de saúde, além da falta sazonal de uma determinada vacina podem ser motivos para a falta de vacinação, segundo Kfouri. Ele lembra que os postos funcionam em horário comercial e nem sempre atendem as necessidades das famílias, cujo os pais trabalham fora. “Os horários nem sempre são os mais adequados, é preciso repensar isso.” Ana Escobar lembra ainda que há uma diminuição da frequência de campanhas de vacinação para doenças erradicadas: "As campanhas de vacinação, feitas com grande frequência na época de erradicação da poliomielite, com intensa propaganda nos meios de comunicação – os mais velhos ainda se lembram do Zé Gotinha- estimulava o comparecimento aos postos. Com a erradicação da Polio e a diminuição da frequência das campanhas, o estímulo para se vacinar diminuiu também". Medo de supostas reações pode contribuir para a não vacinação? Para Kfouri, o público que deixa de vacinar seus filhos por medo das reações é uma parcela desprezível que não impacta os índices de cobertura. Quais as consequências desses baixos índices de imunização? Para a doutora Ana Escobar, não há dúvidas: o risco do retorno de doenças já erradicadas é uma das consequências dos baixos índices de imunização. "Observe-se que frequentemente temos tido um aumento de casos de sarampo aqui ou ali, que imediatamente é controlado com campanhas de vacinas. Importante saber que a única doença oficialmente erradicada do planeta é a varíola. Nem a poliomielite está erradicada. Portanto, baixas coberturas vacinais pode, sim, trazer algumas destas doenças de volta", explica. A comunicação sobre a necessidade de se vacinar ainda é ineficaz? Segundo Ana Escobar, apesar dos avanços na comunicação, ainda temos dificuldade nesta área quando o tema é vacinação: "A importância das vacinas só aparece como “explosão” e lembrança de sua importância quando o número de casos para determinada doença aumenta, como o que aconteceu recentemente com a febre amarela." "O 'medo iminente' de adoecer e morrer é que faz as pessoas correrem. O 'perigo remoto e longínquo' destas doenças, aliado à falta de informação sobre as mesmas, não faz ninguém correr. Poucos jovens de hoje sabem o que é difteria, o que causa e por que se morre com esta doença, por exemplo", diz.
Menor índice de vacinação é entre crianças de seis meses a cinco anos. Ministério da Saúde diz que 44 crianças morreram por causa de gripe, mais que o dobro do ano passado. Criança é vacina contra a gripe A em posto de saúde no bairro da Terra Firme, em Belém. Igor Mota/Amazônia Hoje/Arquivo Na véspera do último dia da campanha nacional de vacinação contra a gripe, 8,6 milhões de brasileiros ainda não tinham se vacinado, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar do prazo ter sido prorrogado até sexta, dia 22 de junho, a meta do Ministério da Saúde de ter 54, 4 milhões de pessoas vacinadas não foi alcançada. O governo recomenda que municípios que tenham estoque ampliem a vacinação também para crianças de cinco a nove anos de idade e aos adultos de 50 a 59 anos (veja abaixo qual é o público-alvo atual). Entre o público alvo que ainda precisava ser alcançado, 3,6 milhões são crianças com menos de cinco anos. O Ministério da Saúde informou que já registrou 44 mortes de crianças nesta faixa etária por complicações relacionadas à gripe neste ano. O número é mais que o dobro do mesmo período do ano passado, quando foram 14 óbitos. Quem deve ser vacinado A vacina contra a gripe é indicada por pessoas em maior risco de transmissão (como profissionais da saúde) ou pessoas com maior possibilidade de desenvolver complicações mais graves (como é o caso de idosos). Os grupos são: Professores da rede pública e privada; Profissionais de saúde; Crianças entre 6 meses e cinco anos (estão com a menor cobertura); Gestantes; Mulheres com parto recente (com até 45 dias); Idosos a partir de 60 anos; Povos índigenas; Portadores de doenças crônicas; População privada de liberdade (inclui funcionários do sistema prisional e menores infratores). Alerta sobre a cobertura Para o Ministério da Saúde, a baixa cobertura registrada até o período "acendeu um alerta". A preocupação, segundo a pasta, é com o inverno, período considerado de maior circulação do vírus da gripe. A região Sudeste tem menor cobertura vacinal contra a gripe até o momento, com 77,2%. Em seguida estão as regiões Norte (78,4%), Sul (84,8%), Nordeste (89,3%) e Centro-Oeste com a melhor cobertura, de 96,5%. Entre os estados, Goiás, Amapá, Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Tocantins, Maranhão, Paraíba, e Alagoas possuem cobertura vacinal contra a gripe acima de 90%. Os estados com as taxas mais baixas de vacinação contra a gripe são Roraima, com 60,4% e Rio de Janeiro, com 62,4%. Cobertura vacinal Total de casos e mortes Segundo boletim que contabilizada dados até 16 de junho, foram 3.122 casos de influenza em todo o país, com 535 mortes. Do total, 1.885 casos e 351 mortes foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2, foram 635 casos e 97 mortes. Houve ainda 278 registros de influenza B, com 31 mortes e outros 324 registros de influenza A não subtipado, com 56 mortes. A taxa de mortalidade por influenza no Brasil está em 0,26% para cada 100 mil habitantes. Em 73,5% houve, pelo menos, um fator de risco para complicação, tais como cardiopatias, diabetes e pneumopatias.
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