Ciência e Saúde
O vírus que causa pneumonia já matou 17 pacientes na China e infectou mais de 500 pessoas em seis países. Passageiros usam máscaras para evitar a contaminação pelo coronavírus em estação ferroviária de alta velocidade, em Hong Kong, nesta quarta-feira (22) Kin Cheung/AP Nesta quarta-feira (22), subiu para 17 o número de mortes e para mais de 500 o de casos de infecções por coronavírus. Desde o primeiro alerta, emitido em dezembro de 2019 na China, o vírus já viajou para os Estados Unidos, Japão, Tailândia, Taiwan e Coreia do Sul. Veja, abaixo, a cronologia do coronavírus: Primeiro alerta — 31 de dezembro A Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu o primeiro alerta da doença em 31 de dezembro de 2019, depois que autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan. Foram, então, adotadas medidas como isolamento de pacientes e realização de exames para identificar a origem da doença. Identificada a origem das infecções – início de janeiro Um parque de cerejeira no East Lake Cherry Blossom Park, em Wuhan, província de Hubei, na China. Reuters Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla original) identifica um grande mercado de frutos do mar na megalópole de Wuhan como a origem das infecções. O mercado foi fechado para limpeza e desinfecção. Wuhan, no Centro da China, tem uma população de 11 milhões de pessoas. "Basicamente, não vá a Wuhan. E quem estiver em Wuhan não deixe a cidade", declarou o diretor da Comissão Nacional de Saúde da China, Li Bin. Wuhan, epicentro do coronavírus, é isolada e tem transporte público, trens e voos cancelados Além da megalópole, Pequim (norte), Xangai (leste) e Shenzhen (sul) registraram casos da doença desde então. OMS diz que se trata de coronavírus – 9 janeiro O resultado das primeiras análises da sequência do vírus realizadas por equipes chinesas foi anunciado no dia 9 de janeiro, pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Elas comprovaram que os casos de pneumonia se devem a um novo coronavírus, um tipo semelhante ao da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), que infectou mais de 8 mil pessoas e provocou 775 mortes em 2003. Perguntas e respostas sobre o coronavírus Primeira morte – 9 de janeiro Um chinês de 61 anos foi a primeira vítima do coronavírus. O paciente foi hospitalizado com dificuldades de respiração e pneumonia grave, e morreu após uma parada cardíaca, no dia 9 de janeiro. Naquele momento, 41 pessoas já haviam se infectado. Relato da primeira morte fora da China – 13 de janeiro Em 13 de janeiro, a OMS informou o caso de uma pessoa infectada na Tailândia: uma mulher com pneumonia leve que regressava de uma viagem a Wuhan. Vírus se espalha – segunda semana de janeiro Desde o dia 13, surgiram informações sobre casos no Japão, Coreia do Sul, Tailândia e Taiwan. Até a última atualização desta reportagem, um caso suspeito de coronavírus era investigado também no México. Paciente em MG 'não se enquadra na definição de caso suspeito' de coronavírus, diz ministério Coronavírus chega aos EUA – 15 de janeiro A geolocalização do dos infectados pelo coronavírus. Arte/G1 O coronavírus chegou aos Estados Unidos no dia 15 de janeiro, quando um viajante da China foi diagnosticado após desembarcar em Seattle, no estado de Washington. Inspeção em aeroportos – 17 de janeiro Empregados de uma companhia sanitária desinfetam chão do aeroporto internacional Gimpo, em Seul, nesta quarta-feira (17). A medida é para evitar a proliferação de casos de Mers Kim Hong-Ju Em 17 de janeiro, os Estados Unidos anunciam procedimentos de detecção do vírus em três importantes aeroportos do país, incluindo um em Nova York. Além dos EUA, aeroportos na Turquia, na Rússia e na Austrália passaram a utilizar monitores infravermelhos para identificar possíveis casos da doença. O aeroporto de Heathrow, em Londres, separou um terminal só para os viajantes que chegam de regiões já afetadas pelo vírus. Transmissão humana é comprovada – 20 de janeiro A transmissão de pessoa para pessoa foi "provada", admitiu o cientista chinês Zhong Nanshan à rede estatal CCTV. Caso suspeito na Austrália – 21 de janeiro Nesta terça-feira (21), foi anunciado um caso suspeito na Austrália. Anúncio de que vírus pode sofrer mutação – 22 de janeiro No dia 22 de janeiro, o vice-ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, Li Bin, anunciou que o vírus, transmitido através das vias respiratórias, "poderá sofrer mutação e se propagar mais facilmente". CRONOLOGIA EM VÍDEOS Chega a 17 número de mortes por coronavírus na China G1 em 1 Minuto: China tem 9ª morte provocada pelo coronavírus; já são mais de 400 casos Mercados globais reagem aos casos de coronavírus na China Governador pede que não haja pânico após EUA confirmarem caso do novo coronavírus Estados Unidos confirmam primeiro caso do novo coronavírus China registra aumento do número de doentes pelo coronavírus Initial plugin text
Em quatro cidades - Iconha, Alfredo Chaves, Vargem Alta e Rio Novo do Sul - o governo decretou calamidade pública e pediu ajuda ao Exército. Meteorologista explica impactos de possível ciclone no ES Após um alerta emitido pela Marinha do Brasil sobre a possibilidade de formação de um ciclone subtropical em alto-mar entre o norte do Rio de Janeiro e o sul do Espírito Santo, o meteorologista Hugo Ramos explicou como esse fenômeno pode atingir os capixabas. De acordo com ele, o ciclone vai potencializar as chuvas que já estavam previstas. Cidades do Sul do Espírito Santo já foram prejudicadas pela chuva de sexta-feira (17). Em quatro delas - Iconha, Alfredo Chaves, Vargem Alta e Rio Novo do Sul - o governo decretou calamidade pública e pediu ajuda ao Exército. Casal de idosos conta como sobreviveu após 5 horas em casa alagada Saiba onde doar para vítimas da chuva no Sul do ES O meteorologista Hugo Ramos, do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Ruraç (Incaper), disse que, em algumas regiões, a chuva pode ser mais forte. “Hoje (22) devemos ter chuvas mais localizadas. Em alguns pontos, pode ser de forte intensidade. A partir de amanhã, elas devem ocorrer de forma mais frequente ao longo do dia, alternando a intensidade”, disse. “De acordo com as simulações atmosféricas, o ciclone deve se formar mais para a noite de amanhã (23). E o papel dele vai se potencializar as chuvas que já vão ocorrer no estado. Já temos a presença de um canal de umidade que vai causar aumento na intensidade das chuvas, ele [ciclone] vai ajudar a organizar toda essa umidade sobre o Espírito Santo e vai manter o tempo chuvoso”, completou Ramos. Ainda segundo o meteorologista, capixabas de todas as regiões devem se preparar para chuvas fortes. “Em razão do aumento da umidade, que vai vir do leste de Minas Gerais, vai provocar chuvas em todas as regiões do Espírito Santo. Por isso que a gente mantém o aviso para todo o estado. E essa umidade toda vai se organizar no centro do ciclone, onde vai ter uma condição de instabilidade muito maior”, explicou. O ciclone deve provocar chuvas em todo o Estado, mas a preocupação é maior com a região sul do Espírito Santo, que ainda se recupera do estrago causado por uma tempestade na semana passada. “As áreas de risco ficam muito mais vulneráveis a essa ocorrência de chuvas intensas, consequentemente, a possibilidade e deslizamentos de terra, de encostas rolamento d pedras passa a ser muito grande”, disse tenente coronel Wagner Borges, do Corpo de Bombeiros. Os Bombeiros orientam quem mora em áreas de risco. “Às vezes, a casa em uma propriedade rural está muito próxima a encosta e começa a ter desmoronamento em parte da encostas. Você não pode permanecer ali, tem que sair imediatamente, procurar um local seguro e acionar a Defesa Civil do município”, orientou Borges. Ciclone vai potencializar chuvas previstas para o ES, diz meteorologista Divulgação/ TV Gazeta Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
Satélite de projeto liderado pelo Reino Unido tem como objetivo medir a luz refletida na superfície da Terra. Ilustração: Truths trabalhará com outros satélites para calibrar e validar suas observações UKSA/NPL O Reino Unido vai liderar uma missão espacial para fazer uma medida absoluta da luz refletida na superfície da Terra. As informações serão usadas para calibrar as observações de outros satélites, permitindo que seus dados sejam comparados com mais facilidade. Os planos para desenvolvimento da nova sonda, chamada de Truths, foram aprovados em novembro pelos países da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). O objetivo é que os dados ajudem a reduzir a incerteza nas projeções de futuras mudanças climáticas. Cientistas e engenheiros se reuniram na terça-feira (22) para começar o processo. Representantes da indústria do Reino Unido, Suíça, Grécia, República Tcheca e Romênia se reuniram no centro técnico da Esa, na Inglaterra. A fase inicial do projeto conta com financiamento de 32,4 milhões de euros (R$ 160 milhões). A liderança científica da missão ficará sob responsabilidade do Laboratório Nacional de Física do Reino Unido (NPL, na sigla em inglês). O NPL é o guardião dos "padrões" no Reino Unido — tem as referências para o quilograma, o metro, o segundo e todas as outras unidades usadas no sistema internacional de medição. É nesse laboratório que se mede com precisão, por exemplo, a intensidade de uma fonte de luz — algo que pode ser feito usando um dispositivo chamado radiômetro criogênico. E o objetivo da missão Truths é colocar um instrumento desses em órbita. Mapa da luz Trabalhando em conjunto com uma câmera hiperespectral, o radiômetro fará um mapa detalhado da luz solar refletida na superfície da Terra — e de seus desertos, campos de neve, florestas e oceanos. O mapa deve ter uma qualidade tão boa que é esperado que se torne a referência padrão para todas as outras missões espaciais de imagem, que poderão ajustar e corrigir suas próprias observações. Isso pode simplificar a comparação das imagens de diferentes satélites, não apenas das missões que voam hoje, mas também daquelas que há muito foram aposentadas e cujos dados agora estão em arquivos. Um dos grandes objetivos da missão Truths é, ao medir a luz refletida pela Terra com tanta precisão, estabelecer um tipo de "impressão digital climática" que uma versão futura do satélite, 10 a 15 anos depois, pode refazer. "Ao fazer isso, seremos capazes de detectar mudanças muito antes do nosso sistema de observação atual", explicou Nigel Fox, professor da NPL. "Isso nos permitirá limitar e testar os modelos de previsão climática. Portanto, saberemos mais cedo se as temperaturas previstas que os modelos estão nos dando são consistentes ou não com as observações". Um grande plano de como implementar a missão Truths deve estar pronto até a próxima grande reunião de pesquisadores dos Estados-membros da Esa, em 2022. O trabalho de viabilidade também precisará chegar a um custo total para o projeto, provavelmente por volta de 250 a 300 milhões de euros (R$ 1,2 a 1,4 bilhão). Exceto por obstáculos técnicos, os ministros devem dar sinal verde à missão com um lançamento em 2026. O Reino Unido deve arcar com a maior parte do custo da implementação da missão. "O NPL é notável. Tem o 'tempo padrão' para o mundo, tem o padrão do metro. Gostamos de pensar em nós mesmos liderando na área de mudanças climáticas, por isso devemos fornecer a referência padrão para radiação da Terra", disse Beth Greenaway, chefe de observações da Terra e clima da Agência Espacial do Reino Unido. Truths é um acrônimo, em inglês, para "Radiometria Rastreável de Apoio aos Estudos Terrestres". Será sensível à luz na parte visível e no infravermelho próximo do espectro eletromagnético. A Esa concordou recentemente em implementar outra missão liderada pelo Reino Unido chamada Forum, que mapeará a radiação da Terra de forma mais precisa.
Segundo estudo assinado por 24 pesquisadores de universidades de seis países baseado em registros médicos de 195 nações, 11 milhões de pessoas morrem todos os anos por causa de septicemia, mais do que mata o câncer. Sepse é causada por uma reação desmedida do corpo contra infecção. Getty Images Uma em cada 5 mortes no mundo é causada por sepse, conhecida também como "envenenamento do sangue" — a cifra é fruto da mais ampla análise já feita sobre essa enfermidade. Segundo estudo assinado por 24 pesquisadores de universidades de seis países baseado em registros médicos de 195 nações, 11 milhões de pessoas morrem todos os anos por causa de septicemia, mais do que as mortes por câncer. Os pesquisadores por trás do estudo afirmam que as cifras são "alarmantes" porque são o dobro das estimativas anteriores. A maioria dos casos ocorre em países de renda baixa ou média, mas há cada vez mais nações ricas lidando com o problema. 'Assassina silenciosa' Sepse (ou sépsis ou septicemia) é conhecida como "assassina silenciosa" por ser muito difícil de ser detectada. A sepse é uma resposta sistêmica do organismo a uma infecção, que pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou protozoários. Normalmente, o sistema imunológico entra em ação para atacar a infecção e impedi-la de se espalhar. Mas, se ela consegue avançar pelo corpo, a defesa do organismo lança uma resposta inflamatória sistêmica na tentativa de combatê-la e o sistema imunológico pode entrar em colapso porque, ao combater uma infecção, passa também atacar outras partes do próprio corpo. Em última instância causa falência de órgãos, e sobreviventes podem ter graves sequelas. Quando não diagnosticada e tratada rapidamente, ela pode comprometer o funcionamento de um ou vários órgãos do paciente e levar à morte. Quando o paciente atinge um quadro de choque séptico, a pressão sanguínea cai para níveis baixos e perigosos, reduzindo a oxigenação de órgãos, comprometendo seu funcionamento. O choque séptico, segundo o serviço de saúde britânico (NHS), pode ocorrer como uma complicação da sepse. Qualquer processo infeccioso, seja uma pneumonia ou infecção urinária, por exemplo, pode evoluir para um quadro de sepse. Por que houve um salto nos números? Principais gatilhos da sepse são bactérias e vírus que causam infecções intestinais ou pulmonares. Getty Images Estimativas globais anteriores, que chegavam a 19 milhões de casos e 5 milhões de mortes por ano, se baseavam apenas em alguns países ocidentais. Mas a análise da Universidade de Washington, publicada na revista científica Lancet e baseada em registros médicos de 195 nações, fala em 49 milhões de casos por ano. As 11 milhões de mortes por sepse representam 1 em cada 5 mortos ao redor do mundo. "Eu trabalhei na zona rural de Uganda e vemos casos de sepse todos os dias", afirma a pesquisadora e professora-assistente Kristina Rudd, da Universidade de Pittsburgh. "Então de certo modo essa descoberta não foi uma surpresa, mas eu não esperava que fosse o dobro do que se estimava." A boa notícia da análise é que o número de casos e de mortes tem caído desde 1990. Houve uma queda de 50% nas últimas duas décadas. Os pesquisadores esperam também que um melhor entendimento sobre a verdadeira dimensão do problema pode ampliar o nível de alerta e salvar mais vidas. Quem são os principais afetados? A grande maioria dos casos (85%) está em países pobres ou em desenvolvimento. Crianças com menos de cinco anos representam 4 em cada 10 casos. Mas o combate à sepse é um desafio mesmo em países ricos como o Reino Unido, onde a taxa de mortes é maior do que em outras nações, como Espanha, França e Canadá. O governo britânico registra cerca de 48 mil mortes por ano em decorrência da doença, em meio a pressões crescentes por uma identificação mais ágil e precoce a fim de iniciar o tratamento. Estima-se que o Brasil tenha 400 mil casos de sepse por ano. O que pode ser feito? A redução do número de infecções pode levar à redução do número de casos de sepse. Para muitos países, isso significa melhor saneamento básico, água limpa e acesso a vacinas. Outro grande desafio é melhorar o sistema de identificação de pacientes com sepse para serem tratados antes que seja tarde demais. Um tratamento precoce com antibióticos ou antivirais para eliminar a infecção pode fazer uma grande diferença. "Nós precisamos renovar o foco na prevenção da sepse entre recém-nascidos e no combate à resistência aos antibióticos, um fator importante dessa enfermidade", afirmou Mohsen Naghavi, pesquisador da Universidade de Washington. Quais são os sintomas de sepse? A organização britânica UK Sepsis Trust, que se dedica a informar sobre a doença e a ajudar pacientes, lista sintomas que devem servir de alerta: Fala comprometida, arrastada ou tontura; Tremores extremos ou dores musculares; Baixa produção de urina (passar um dia sem urinar); Falta de ar grave; Pele manchada ou pálida; Confusão mental ou, em alguns casos, perda de consciência; Diarreia, enjoos ou vômito. Já os sintomas em crianças pequenas incluem: Aparência manchada, azulada ou pálida; Muito letárgico ou com dificuldade para acordar; Pele muito fria; Respiração muito rápida; Mancha cutânea que não desaparece quando você a pressiona; Convulsão.
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